sábado, 6 de novembro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Fernando Pessoa
Fernando António Nogueira Pessoa nasceu em Lisboa, a 13 de Junho de 1888, e morreu (também em Lisboa), a 30 de Novembro de 1935.Catarina Saraiva
in Clube Fantástico, Julho/2008
sábado, 5 de junho de 2010
Ludwig van Beethoven
Beethoven admirava tanto Napoleão Bonaparte que lhe dedicou uma das suas sinfonias: a Heróica. Mas quando soube que Napoleão se tinha proclamado imperador, rasgou a dedicatória que lhe tinha feito.
Ludwig van Beethoven nasceu em Bona, em 1770, e morreu aos 56 anos, em Viena. Aos 26 anos descobriu que tinha uma grave doença nos ouvidos, que foi sempre piorando e que o fez ficar quase surdo. Mesmo assim, conseguia tocar, imaginar e escrever muitas peças de música, apesar de se sentir muito triste com a sua doença, que o levava a afastar-se das pessoas pela dificuldade que tinha em ouvir. Beethoven estudou e viveu em Viena de Áustria numa altura em que a Europa vivia as invasões francesas de Napoleão Bonaparte. E nessa passagem do século XVIII para o século XIX vivia-se também a passagem dum período cultural conhecido por classicismo para outro a que se chamou romantismo – e considera-se que Beethoven foi um dos fundadores do romantismo na música.Ludwig van Beethoven nasceu numa família de artistas: o seu pai era músico e cantor e foi ele o primeiro a ensinar música ao filho – aos 5 anos Beethoven era obrigado a estudar piano durante várias horas por dia. Aos 8 foi confiado ao melhor mestre de cravo da cidade, que lhe deu uma óptima formação musical, e aos 11 compôs as suas primeiras obras. Quando foi para Viena, estudou com outro célebre compositor, Joseph Haydn, tornou-se um pianista famoso e foi, também, violoncelista e professor. Fez um curso de Literatura e tornou-se amigo de grandes poetas, como Schiller e Goethe.
Uma das suas obras mais conhecidas é a Nona Sinfonia, que apresentou uma grande originalidade para a época: tinha um coro, o que até aí não tinha acontecido em nenhuma obra sinfónica. Uma das músicas que Beethoven inventou para esse coro é hoje o hino da Europa – chama-se Hino da Alegria e o texto é a adaptação dum poema escrito pelo seu grande amigo, o poeta Friedrich Schiller. Beethoven foi considerado o maior compositor do século XIX.
Alegria bebem todos os seres
No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rasto de rosas.
Ela nos deu beijos e vinho e
Um amigo leal até à morte;
Deu força para a vida aos mais humildes
E ao querubim que se ergue diante de Deus!
Parte da Ode à Alegria, de Friedrich Schiller
Fonte principal: Texto de Sofia Barrocas,
in Terra do Nunca
[Suplemento infantil do Jornal de Notícias]
terça-feira, 18 de maio de 2010
Já chegaram. É Primavera!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
A Reconquista Cristã e o Condado Portucalense
Pela ajuda preciosa que lhe deram, D. Afonso VI vai recompensá-los, dando:
O Conde D. Henrique e a Condessa D. Teresa
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Os primeiros habitantes da Península Ibérica 2

Vândalos, Suevos, Alanos e Visigodos - Povos bárbaros, vindos do Norte, que invadem a Península Ibérica e que, nos finais do séc. V, vencem os Romanos.
Os Visigodos, comandados por Teodorico, conseguem ocupar toda a Península, instaurando a Monarquia Visigótica. Acabam por converter-se ao Cristianismo, religião fundada por Jesus Cristo, na Palestina, e que já era seguida pelos Romanos.
Muçulmanos ou Mouros - Vêm do Norte de África, atravessando o estreito de Gibraltar, e invadem a Península no ano de 711. Seguidores do Islamismo, religião fundada por Maomé, são inimigos dos cristãos e, por isso, são chamados de infiéis.
Derrotam os Visigodos, na batalha de Guadelete e dominam toda a Península Ibérica, com excepção de uma pequena faixa a norte: as Astúrias. Aqui se refugiam alguns cristãos, comandados por Pelágio.
Os Muçulmanos eram senhores duma civilização avançada e deixaram belíssimos monumentos, como as mesquitas (como se chamam os seus templos ou igrejas).
Foram eles que nos legaram a numeração árabe, que substituiu a numeração romana.
domingo, 22 de novembro de 2009
Os primeiros habitantes da Península Ibérica 1
até à constituição do Condado Portucalense
Portugal - fica situado na Península Ibérica, no sudoeste da Europa.
A Península Ibérica ou Hispânica - que em épocas antiquíssimas foi habitada por muitos povos de diversas raças, compreende actualmente dois estados - Portugal e Espanha.
A Lusitânia - ocupava, sobretudo, a parte central do território que hoje é Portugal, sendo alargada para sul, com a ocupação romana.
Primeiros habitantes da Península
Iberos - Foram os primeiros invasores de que há notícia e que deram o nome à Península (Península Ibérica ou Ibéria).
Celtas - Vieram da Gália, hoje França.
Celtiberos - Resultaram da união dos Iberos com os Celtas. Formaram cinco grupos, sendo um dos principais os Lusitanos.
Castro de S. Lourenço (Esposende)
Fenícios, Gregos e Cartagineses - Fixaram-se sobretudo no litoral, onde fundaram colónias com fins comerciais.
Romanos - Senhores dum grande Império que do dominou todo o Mediterrâneo e grande parte da Europa, os Romanos tiveram de vencer os Cartagineses e os Lusitanos para se apoderarem da Península Ibérica.
A estátua de Viriato em Viseu
Os Lusitanos, comandados por Viriato, pastor dos Montes Hermínios (Serra da Estrela), resistiram com heroísmo aos invasores romanos. Diz a tradição que, não podendo os Romanos, pela força das armas, vencer Viriato o mandaram matar à traição, isto é, que teriam pago a dois dos seus companheiros para o assassinarem.

Apesar de um tanto desorganizados com a falta de Viriato, os Lusitanos continuaram ainda a resistência, comandados por Sertório, outro chefe destemido que tinha sido expulso de Roma e se juntou aos Lusitanos. Mas também ele foi assassinado, durante um banquete.
Só então os invasores romanos puderam instalar-se na Península Ibérica e dominá-la durante longos anos.

Os Romanos, senhores de uma civilização mais avançada, trouxeram grandes benefícios aos povos ibéricos.
Abriram estradas, construíram pontes, aquedutos, templos e cidades com luxuosos edifícios.
A agricultura desenvolveu-se, assim como as outras actividades económicas. A Península Ibérica passou a fazer parte do Império Romano e adoptou a língua que se falava em Roma: o latim.
Ruínas de Conímbriga: casa com chão de belos mosaicos
Chaves: Ponte romana de Trajano























